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Mãe luta para conseguir benefício para filho com pé torto congênito, em Aparecida de Goiânia
08/11/2019

Ela conta que deu entrada no benefício em maio deste ano, mas não recebeu posição sobre o processo. Ela tem outros quatro filhos e tem passado por dificuldade financeira. Mãe luta para conseguir benefício para filho com pé torto congênito, em Aparecida Uma mãe luta para conseguir benefício do INSS para o filho diagnosticado com Pé Torto Congênito, assim que nasceu, em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. A dona de casa Ana Carolina Gomes de Azevedo, de 30 anos, cuida do Geovanny Almeida de Azevedo, de apenas 10 meses, e de outros quatro filhos. A família tem passado por dificuldades financeiras porque ela precisa se dedicar integralmente às crianças e o marido está desempregado. "A médica que cuida dele me disse que ele teria direito ao benefício do INSS. Ela me deu o relatório e deu entrada no processo em maio desse ano. A papelada estava completa e até hoje não tive nenhuma resposta. Nada", relatou. A TV Anhanguera entrou em contato com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para pedir um posicionamento sobre o caso e aguarda retorno. Ana Carolina contou que os gastos com o filho são altos e que isso complicou ainda mais a situação financeira da família. O benefício do INSS seria um alívio para priorizar as necessidades do filho caçula. "Preciso comprar fralda, leite e ainda tenho que levá-lo toda semana para consulta no Crer. Ele fez a cirurgia e está usando a órtese, então toda semana precisa de acompanhamento. Como eu e meu marido estamos desempregados, temos contado com a ajuda de vizinhos para nos ajudar", confessou. Ana Carolina e Geovanny, de apenas 10 meses, em Aparecida de Goiânia Thaís Barbosa/TV Anhanguera Geladeira vazia Até os vizinhos têm se sensibilizado com a situação. A Sandra Cristina de Almeida, de 36 anos, tem nove filhos e, mesmo com a despensa escassa, tem ajudado Ana e a família. Nessa semana, ela doou um saco de arroz e bolacha. "Tenho pouco em casa, mas o que eu tenho, eu divido. Meu coração dói de ver as crianças com fome", disse. Na geladeira, apenas água e uma vasilha com feijão. No fogão, uma panela de pressão com quatro pedaços de carne. "Às vezes a gente sai pedindo na rua e as pessoas nos dão alguns alimentos. Se não fosse a nossa vizinha, nem sei o que seria do nosso almoço hoje", comentou Ana Beatriz Almeida, de 11 anos, filha de Ana Carolina. A Bianca Ameida de Azevedo tem 9 anos e chegou a desmaiar na escola porque não havia se alimentado. "É muito triste ter a geladeira vazia. Não tem fruta, não tem nem lanche pra levar pra escola. Esses dias eu cai e bati a testa no chão. Achei que estava passando mal, mas foi de fome. Eu não tinha comido nada aquele dia", lamentou. Faltam móveis As roupas das cinco crianças ficam amontoadas dentro do berço porque elas não têm guarda-roupas. "Inclusive o berço era pro Geovanny dormir, mas cedi para colocar as roupas das crianças e ele dorme com a gente. Mas está complicado porque ele já está grande e a órtese não deixa ele fechar as perninhas. Tem que ter espaço", explicou a mãe. O sonho da Ana Carolina é conseguir uma renda trabalhando em casa. Ela já chegou a arrumar os cabelos das vizinhas, mas a chapinha queimou. "Eu arrumava o cabelo das vizinhas, mas só restou o secador. A chapinha queimou e os produtos acabaram. Se eu tivesse, daria para ajudar nas despesas", contou. Veja outras notícias da região no G1 Goiás.
Fonte: G1
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